30 julho 2016
22 julho 2016
A força do lúdico no enfrentamento à violência
Vejam que iniciativa interessante!
Em 2007, em meados do mês de agosto, o então comandante do 3° Batalhão de Polícia Militar, sediado em Santarém, ainda tenente coronel, hoje coronel da reserva Osmar Costa Jr., que inclusive se formou em jornalismo na minha turma, na UFPA, criou um mascote, o PMZito, para as ações de cidadania da PM, principalmente na Operação Çairé, na barreira policial localizada na rodovia estadual (PA-457) que dá acesso à vila de Alter do Chão. Na época, a ideia ficou só em adesivos para veículos que eram agraciados pela PM no seu posto de serviço.
Quando o então capitão Marcelo Ribeiro, que servia naquela unidade, assumiu o comando da 12ª CIPM em Oriximiná, resolveu personificar o PMzito, para as ações desenvolvidas no policiamento preventivo. Para isso teve a ajuda fundamental de um artesão oriximinaense, o Edvaldo Pontes, que confeccionou o boneco em menos de 10 dias. A partir de então a presença do mascote foi constante nos vários eventos, com a boa vontade do cabo Alderlan Corrêa do Nascimento, que deu vida ao boneco e sempre fez o maior sucesso junto à criançada.
Agora que comanda a 21ª CIPM em Dom Eliseu, o major Marcelo Ribeiro conta com Erlane Gomes dos Santos para colocar o PMzito nas ruas e principalmente nas escolas, utilizando-o como ferramenta lúdica nas atividades de proteção e prevenção junto às crianças que estão em vulnerabilidade social, aos moldes dos mascotes utilizados pela Polícia Nacional do Japão, com a mesma finalidade.
O PMzito faz tanto sucesso, até perante os adultos, que até já tem sua canção, que está no YouTube, composta pela professora Marly Oliveira Harada, ainda nos tempos em que o major Marcelo atuava em Oriximiná.
A 21ª CIPM é a pioneira em Unidades da PMPA que tem o mascote como ferramenta de aproximação e interação com a comunidade, notadamente a infantil. E os resultados já começam a aparecer. O Programa de Redução de Criminalidade da Segup-PA tinha como meta 13 homicídios no primeiro semestre deste ano em Dom Eliseu. Aconteceram oito, ou seja, 33% a menos. Ainda é muito, afinal cada vida tem importância inestimável; mas já é um bom começo. É um pingo d'água no oceano, sim. Mas se muitos se juntarem nessa empreitada se tornará um rio-mar. Que o bom trabalho do Major Marcelo se multiplique pela PM e dê como frutos a paz social de que tanto precisamos!
21 julho 2016
19 julho 2016
18 julho 2016
FAMOSOS NA TV
Duvide se quiser da fama de Kawamura, o nosso professor de Defesa pessoal na Academia de Polícia.
Ele foi convidado para uma solenidade no consulado japonês que fica em Recife. Várias autoridades estavam presentes ao evento, dentre elas o governador de Pernambuco. O professor, depois de nos ensinar o okuri-ashi-barai (golpe que dá uma rasteira no adversário), mandou-nos sentar no tatame para ouvirmos com atenção o que iria nos contar.
Em meio aos cliques dos fotógrafos, em determinado momento, Kawamura estava ao lado do cônsul do Japão e do governador do estado. As câmeras de TV também registraram a cena e no dia seguinte, nos telejornais locais, em Recife, todo mundo perguntava:
- Quem são aqueles dois ao lado de Kawamura?
Depois de ouvir mais uma historinha do mestre, todos de pé para aprender mais um golpe: o-soto-gari.
Para ler mais causos, visite a nossa fanpage: A CASERNA FORA DO SÉRIO
Ele foi convidado para uma solenidade no consulado japonês que fica em Recife. Várias autoridades estavam presentes ao evento, dentre elas o governador de Pernambuco. O professor, depois de nos ensinar o okuri-ashi-barai (golpe que dá uma rasteira no adversário), mandou-nos sentar no tatame para ouvirmos com atenção o que iria nos contar.
Em meio aos cliques dos fotógrafos, em determinado momento, Kawamura estava ao lado do cônsul do Japão e do governador do estado. As câmeras de TV também registraram a cena e no dia seguinte, nos telejornais locais, em Recife, todo mundo perguntava:
- Quem são aqueles dois ao lado de Kawamura?
Depois de ouvir mais uma historinha do mestre, todos de pé para aprender mais um golpe: o-soto-gari.
Para ler mais causos, visite a nossa fanpage: A CASERNA FORA DO SÉRIO
FAMOSOS NA TV
Duvide se quiser da fama de Kawamura, o nosso professor de Defesa pessoal na Academia de Polícia.
Ele foi convidado para uma solenidade no consulado japonês que fica em Recife. Várias autoridades estavam presentes ao evento, dentre elas o governador de Pernambuco. O professor, depois de nos ensinar o okuri-ashi-barai (golpe que dá uma rasteira no adversário), mandou-nos sentar no tatame para ouvirmos com atenção o que iria nos contar.
Em meio aos cliques dos fotógrafos, em determinado momento, Kawamura estava ao lado do cônsul do Japão e do governador do estado. As câmeras de TV também registraram a cena e no dia seguinte, nos telejornais locais, em Recife, todo mundo perguntava:
- Quem são aqueles dois ao lado de Kawamura?
Depois de ouvir mais uma historinha do mestre, todos de pé para aprender mais um golpe: o-soto-gari.
Para ler mais causos, visite a nossa fanpage: A CASERNA FORA DO SÉRIO
Ele foi convidado para uma solenidade no consulado japonês que fica em Recife. Várias autoridades estavam presentes ao evento, dentre elas o governador de Pernambuco. O professor, depois de nos ensinar o okuri-ashi-barai (golpe que dá uma rasteira no adversário), mandou-nos sentar no tatame para ouvirmos com atenção o que iria nos contar.
Em meio aos cliques dos fotógrafos, em determinado momento, Kawamura estava ao lado do cônsul do Japão e do governador do estado. As câmeras de TV também registraram a cena e no dia seguinte, nos telejornais locais, em Recife, todo mundo perguntava:
- Quem são aqueles dois ao lado de Kawamura?
Depois de ouvir mais uma historinha do mestre, todos de pé para aprender mais um golpe: o-soto-gari.
Para ler mais causos, visite a nossa fanpage: A CASERNA FORA DO SÉRIO
17 julho 2016
Não era mentira. Era um pequeno exagero.
LADRÕES- O-soto-gari é o golpe que deve ser aplicado quando se anda em linha reta! – ensinava o professor Kawamura aos alunos do primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais.
E prosseguia, antes de nos colocar sentados para ouvir suas aventuras:
- O-soto-gari você puxa adversário para seu peito e tira equilíbrio dele, né? – dizia, ao seu estilo.
E complementava:
- Depois passa a perna atrás dele e empurra adversário, né? – concluiu a explicação do golpe com a demonstração.
Em seguida, todos sentados para ouvir mais uma historinha que confirma a fama de Kawamura.
Desta feita, o professor contou que ia atravessando uma rua no bairro da Boa Vista, em Recife, quando percebeu que um carro poderia atropelá-lo. Ele, então, correu mais rapidamente para atingir a calçada do outro da rua. Naquele momento, uma jovem estava sendo assaltada por dois homens. E sem querer, com a sua pressa de chegar do outro lado, Kawamura acabou batendo no braço de um dos assaltantes. Quando um deles percebeu que era o professor, avisou ao comparsa, assustado:
- Ih, é Kawamura, vamos fugir!
Mas, o famoso mestre ao perceber que se tratava de um assalto, segurou o braço de um dos bandidos, imobilizando-o. Mesmo assim, o assaltante sacou uma faca e ainda chegou a cortar superficialmente o braço do professor, antes de ser imobilizado.
Mas, o mestre encerrou a sua fala dizendo:
- Kawamura entrega sangue, mas quebra osso, né?
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Extraído do livro: A CASERNA FORA DO SÉRIO
MELHOR IDADE NO QUARTEL
Miguel Arraes era governador de Pernambuco e compareceu a uma solenidade de entrega do Espadim, na Academia de Polícia Militar do Paudalho.
Pela sua idade, chegamos a pensar que ele não aguentaria ficar de pé durante toda a solenidade, numa manhã de calor muito forte.
Um assessor ofereceu uma cadeira para o governador descansar. Miguel Arraes teria informado ao cuidadoso assessor:
- Eu lhe agradeço a gentileza da cadeira, mas quero lhe dizer que, se aqueles dois velhinhos que estão na tropa, de capacete e fuzil, estão de pé até agora, você acha que eu não vou aguentar?
Arraes se referia aos cadetes Amaral e Frota.
Que maldade. Essa historinha foi criada. Arraes não falou isso.
Mas, eu não perco a piada. Os amigos já perdi faz tempo.
Extraído do Livro A Caserna Fora do Sério: o lado cômico da vida policial.
MELHOR IDADE NO QUARTEL
Miguel Arraes era governador de Pernambuco e compareceu a uma solenidade de entrega do Espadim, na Academia de Polícia Militar do Paudalho.
Pela sua idade, chegamos a pensar que ele não aguentaria ficar de pé durante toda a solenidade, numa manhã de calor muito forte.
Um assessor ofereceu uma cadeira para o governador descansar. Miguel Arraes teria informado ao cuidadoso assessor:
- Eu lhe agradeço a gentileza da cadeira, mas quero lhe dizer que, se aqueles dois velhinhos que estão na tropa, de capacete e fuzil, estão de pé até agora, você acha que eu não vou aguentar?
Arraes se referia aos cadetes Amaral e Frota.
Que maldade. Essa historinha foi criada. Arraes não falou isso.
Mas, eu não perco a piada. Os amigos já perdi faz tempo.
Extraído do Livro A Caserna Fora do Sério: o lado cômico da vida policial.
MELHOR IDADE NO QUARTEL
Miguel Arraes era governador de Pernambuco e compareceu a uma solenidade de entrega do Espadim, na Academia de Polícia Militar do Paudalho.
Pela sua idade, chegamos a pensar que ele não aguentaria ficar de pé durante toda a solenidade, numa manhã de calor muito forte.
Um assessor ofereceu uma cadeira para o governador descansar. Miguel Arraes teria informado ao cuidadoso assessor:
- Eu lhe agradeço a gentileza da cadeira, mas quero lhe dizer que, se aqueles dois velhinhos que estão na tropa, de capacete e fuzil, estão de pé até agora, você acha que eu não vou aguentar?
Arraes se referia aos cadetes Amaral e Frota.
Que maldade. Essa historinha foi criada. Arraes não falou isso.
Mas, eu não perco a piada. Os amigos já perdi faz tempo.
Extraído do Livro A Caserna Fora do Sério: o lado cômico da vida policial.
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